Ventos de ToledoSinistros de 29/09/2026 · mapa, análise e reforços
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Índice relativo; não é previsão para uma edificação específica; não substitui laudo com ART.

Atualizado em 01/11/2026 · Base científica · Método · Validação · Limites · Fontes · Fragilidade · Variáveis · Dados abertos

Base científica do índice relativo de risco por vento

Resumo curado da literatura, das normas e dos dados abertos que sustentam o índice relativo de risco de dano por vento em edificações no Paraná (raio de 45 km do aeródromo de Toledo). Cada afirmação traz fonte e rótulo: FATO, ESTIMATIVA, HIPÓTESE ou A CONFERIR. Níveis das fontes (os mistos A/B e B/C ficam no primeiro nível): A norma ou revisão; B campo ou modelo validado; C opinião, tese ou imprensa.

As cinco lacunas de dados mais importantes

  1. Pares dano × vento local, incluindo edificações sem dano, com atributos construtivos, georreferenciados e por evento. Hoje só há os 15 registros do evento de Toledo e candidatos sem dano não verificados. Sem isso, não há validação de dano (seção 5.2).
  2. Rajada no local: INMET está a 37 km de Toledo e não há estação na cidade; núcleos de downburst têm escala de quilômetros. Falta rede densa (SIMEPAR 15 min), radar e laudo; é também o que limita a habilidade da previsão em extremos.
  3. Resistência real de componentes brasileiros: fibrocimento, telha cerâmica, fixações e parafusos, portões de correr e de enrolar, ancoragem de pilares pré-moldados, painéis solares. Não há curva local lida.
  4. Inventário de atributos construtivos em escala (cobertura, fixação, idade, aberturas): as bases abertas dão pegada e altura relativa, não material nem fixação.
  5. Efeito do entorno em vento convectivo: abrigo, detritos de vizinhos e quebra-ventos em downburst, onde o escoamento é descendente e divergente. A evidência de quebra-vento é para vento médio.

Texto completo em Limites.