Ventos de ToledoSinistros de 29/09/2026 · mapa, análise e reforços
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Ficha de exposição · 09 · Hangares do aeródromo

← todas as edificações · ver no mapa · coordenadas -24,68682, -53,69619

Classe de exposição (modelo v3) HIPÓTESE

Classe v3: muito alta (percentil 96,8 entre as edificações do OSM a 10 km do hangar). Sem o fator de tipologia (só vento, terreno, abrigo e geometria): alta (percentil 85,9). Terreno apenas (v2, células do domínio): moderada (percentil 38,0).

A diferença entre as classes mostra o quanto vem do tipo de construção (galpão de cobertura leve) e quanto vem do vento. Não é laudo.

Anatomia e geometria

Fonte da geometriaOSM (pegada a 0 m do pin)
Área em planta (m²)652
Comprimento (m)31.7
Largura (m)20.5
Azimute do eixo longo (graus)2
Altura (m)6.0
Fonte da alturapadrao por tipo (ESTIMATIVA) ESTIMATIVA
Marquise / balançonão A CONFERIR
Módulos solares na coberturanão A CONFERIR
Abertura dominanteA CONFERIR

Rosa de exposição por octante (de onde o vento vem)

NNEESESSOONO

O polígono mostra a exposição relativa (rajada do terreno × fator da edificação)² em cada octante, normalizada pelo maior valor desta edificação. Octantes de maior exposição: SO, SE, E. 3 octantes de maior exposicao (g x F)^2 DENTRO da propria edificacao (ordem relativa; independe do fator de tipologia). Rosa a priori, NAO inclui a observacao de campo; o eixo NO observado no pin 02 e informado a parte (A CONFERIR).

Dano observado ligado a este ponto

  • D4 A CONFERIR: Hangares do aerodromo destruidos ou severamente danificados. (FATO (imprensa) / quais hangares A CONFERIR)
OctanteRazão de rajada do terrenoS1 NBR (DEM) / S1 direcionalRugosidade (categoria NBR 6123) e S2Obstáculos, árvores e vizinhos (OSM e WorldCover) a 300 mAbrigo e degrauExposição (percentil entre edificações)
N0,9561,000 / 1,040II (z0 0,057 m); S2 0,9365 obst. · mais próximo 30 m · mais alto 6.0 m0,21 · degrau 1,000,787 (P82)
NE0,7901,000 / 1,102III (z0 0,094 m); S2 0,873nenhum a 300 m0,000,972 (P81)
E0,9391,000 / 1,094III (z0 0,085 m); S2 0,873nenhum a 300 m0,001,714 (P100)
SE0,9721,000 / 1,034III (z0 0,103 m); S2 0,873nenhum a 300 m0,001,764 (P99)
S0,9741,000 / 1,040II (z0 0,063 m); S2 0,936nenhum a 300 m0,001,005 (P91)
SO1,0451,000 / 1,103III (z0 0,106 m); S2 0,873nenhum a 300 m0,001,977 (P99)
O0,9251,000 / 1,094III (z0 0,087 m); S2 0,873nenhum a 300 m0,001,431 (P99)
NO0,9261,000 / 1,034III (z0 0,098 m); S2 0,873nenhum a 300 m0,001,623 (P99)

S1: fator topográfico (NBR 6123) a partir do DEM Copernicus 30 m. S2: categoria de rugosidade pela rugosidade aerodinâmica z0 a montante, na altura da edificação, classe B. Valores ESTIMATIVA e HIPÓTESE.

Vento de cada direção → componente em risco

DireçãoExposiçãoComponente em riscoComo evitar
N (norte)—Pressão na fachada norte e nas docas N; sucção em marquises e calhas do lado norte.Travar docas N; conferir fixação de marquises e calhas; fechar portões.
NE (nordeste)—Vórtice de quina NE sobre a cobertura e sobre módulos solares; portões e docas NE.Fixação reforçada dos módulos nas bordas e quinas; spoilers/recuo dos painéis; travar portões.
E (leste)altaAtaca os oitões (fachadas curtas); exige contraventamento em X; vórtice de quina sobre módulos solares.Contraventamento em X (cobertura e fachadas), travar oitões, checar quinas dos módulos.
SE (sudeste)altaQuina SE e portões; sucção na face sotavento da cobertura; telhas e calhas do lado sul.Conferir fixação de telhas e calhas; travar portões; retirar objetos soltos.
S (sul)—Inverte o sentido do momento nos pilares engastados e afrouxa cabos de aço e tirantes unilaterais (só trabalham numa direção).Inspecionar cabos/estais; trocar unilaterais por travamento bidirecional; guias wind-lock e ferrolhos nos portões.
SO (sudoeste)altaInverte momento e afrouxa cabos de aço unilaterais; abre folga em abraçadeiras das terças no nó pilar-tesoura.Abraçadeiras com retenção positiva; inspeção de cabos; travar portões SO.
O (oeste)—Ataca os oitões e pede contraventamento em X; vórtice de quina sobre módulos solares; docas O.Contraventamento em X, travar docas O, fixação dos módulos nas quinas.
NO (noroeste)—Empurra os pilares e arranca a marquise; sucção forte no beiral e na água de cobertura do lado norte/oeste; o telhado norte é o primeiro a ceder.Travar docas e portões N/O; reforçar ou desmontar marquise; mãos-francesas e chumbadores no lado NO; faixa de segurança sob beiral e marquise.

Coeficientes de pressão (Cpe/Cpi) ESTIMATIVA: paredes a barlavento da ordem de +0,7; sucção em cobertura da ordem de −0,8 a −1,4 e até cerca de −2,0 em quinas e beirais (elementos locais); Cpi entre −0,3 e +0,2 com permeabilidade uniforme e bem maior com abertura dominante (NBR 6123:1988, itens 6.1 a 6.3). A CONFERIR com o projetista.

Semáforo (7 dias, previsão no navegador)

Banco de fotos e vídeos

Envie fotos e vídeos georreferenciados desta edificação pelo painel /admin/arquivos (escolha o local hangar). Cada arquivo pode ser público ou privado.

Repositório de informações

Laudo do hangar (Prati-Donaduzzi, Aeroporto de Toledo) – 3ª emissão
Laudo_Hangar_Prati-Donaduzzi_Aeroporto_Toledo_3a_emissao.pdf · 10.0 MB · enviado em 2026-10-22

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Vídeo do hangar – 19/10/2026 15:37 (WhatsApp)
WhatsApp_Video_2026-10-19_15.37.04.mp4 · 1.9 MB · enviado em 2026-10-22

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Relatório de imagens Mapillary: entorno do hangar (hipótese, 22/10/2026)
relatorio_hangar_2026-10-22.pdf · 594 KB · enviado em 2026-10-22

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ESTIMATIVA Limiares do semáforo: VERDE rajada < 40 km/h; AMARELO 40 a 59 km/h; LARANJA 60 a 79 km/h; VERMELHO >= 80 km/h (vulnerável); um nível abaixo se a direção não for vulnerável. Estimativa, não é laudo nem aviso oficial (Defesa Civil: 199).