Ficha de exposição · T1 · Referência de tipologia agro (sul)
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Classe de exposição (modelo v3) HIPÓTESE
Classe v3: muito alta (percentil 96,0 entre as edificações do OSM a 10 km do hangar). Sem o fator de tipologia (só vento, terreno, abrigo e geometria): alta (percentil 87,4). Terreno apenas (v2, células do domínio): alta (percentil 84,9).
A diferença entre as classes mostra o quanto vem do tipo de construção (galpão de cobertura leve) e quanto vem do vento. Não é laudo.
Anatomia e geometria
| Fonte da geometria | sem pegada OSM a ate 30 m (o OSM de 20/10/2026 nao mapeia): geometria NEUTRA (Gproj=1); altura padrao 6 m = ESTIMATIVA / A CONFERIR |
|---|---|
| Altura (m) | 6.0 |
| Marquise / balanço | A CONFERIR |
| Módulos solares na cobertura | A CONFERIR |
| Abertura dominante | A CONFERIR |
Rosa de exposição por octante (de onde o vento vem)
O polígono mostra a exposição relativa (rajada do terreno × fator da edificação)² em cada octante, normalizada pelo maior valor desta edificação. Octantes de maior exposição: NE, O, SO. 3 octantes de maior exposicao (g x F)^2 DENTRO da propria edificacao (ordem relativa; independe do fator de tipologia). Rosa a priori, NAO inclui a observacao de campo; o eixo NO observado no pin 02 e informado a parte (A CONFERIR).
| Octante | Razão de rajada do terreno | S1 NBR (DEM) / S1 direcional | Rugosidade (categoria NBR 6123) e S2 | Obstáculos, árvores e vizinhos (OSM e WorldCover) a 300 m | Abrigo e degrau | Exposição (percentil entre edificações) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| N | 0,989 | 1,000 / 1,067 | II (z0 0,050 m); S2 0,936 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,168 (P95) |
| NE | 1,032 | 1,000 / 1,119 | II (z0 0,050 m); S2 0,936 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,291 (P93) |
| E | 0,959 | 1,000 / 1,081 | II (z0 0,050 m); S2 0,936 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,120 (P95) |
| SE | 0,958 | 1,000 / 1,028 | II (z0 0,050 m); S2 0,936 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,156 (P92) |
| S | 0,929 | 1,000 / 1,067 | II (z0 0,050 m); S2 0,936 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,037 (P92) |
| SO | 0,994 | 1,000 / 1,119 | II (z0 0,050 m); S2 0,936 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,186 (P91) |
| O | 0,993 | 1,000 / 1,081 | II (z0 0,050 m); S2 0,936 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,188 (P96) |
| NO | 0,975 | 1,000 / 1,028 | II (z0 0,050 m); S2 0,936 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,150 (P92) |
S1: fator topográfico (NBR 6123) a partir do DEM Copernicus 30 m. S2: categoria de rugosidade pela rugosidade aerodinâmica z0 a montante, na altura da edificação, classe B. Valores ESTIMATIVA e HIPÓTESE.
Vento de cada direção → componente em risco
| Direção | Exposição | Componente em risco | Como evitar |
|---|---|---|---|
| N (norte) | — | Pressão na fachada norte e nas docas N; sucção em marquises e calhas do lado norte. | Travar docas N; conferir fixação de marquises e calhas; fechar portões. |
| NE (nordeste) | alta | Vórtice de quina NE sobre a cobertura e sobre módulos solares; portões e docas NE. | Fixação reforçada dos módulos nas bordas e quinas; spoilers/recuo dos painéis; travar portões. |
| E (leste) | — | Ataca os oitões (fachadas curtas); exige contraventamento em X; vórtice de quina sobre módulos solares. | Contraventamento em X (cobertura e fachadas), travar oitões, checar quinas dos módulos. |
| SE (sudeste) | — | Quina SE e portões; sucção na face sotavento da cobertura; telhas e calhas do lado sul. | Conferir fixação de telhas e calhas; travar portões; retirar objetos soltos. |
| S (sul) | — | Inverte o sentido do momento nos pilares engastados e afrouxa cabos de aço e tirantes unilaterais (só trabalham numa direção). | Inspecionar cabos/estais; trocar unilaterais por travamento bidirecional; guias wind-lock e ferrolhos nos portões. |
| SO (sudoeste) | alta | Inverte momento e afrouxa cabos de aço unilaterais; abre folga em abraçadeiras das terças no nó pilar-tesoura. | Abraçadeiras com retenção positiva; inspeção de cabos; travar portões SO. |
| O (oeste) | alta | Ataca os oitões e pede contraventamento em X; vórtice de quina sobre módulos solares; docas O. | Contraventamento em X, travar docas O, fixação dos módulos nas quinas. |
| NO (noroeste) | — | Empurra os pilares e arranca a marquise; sucção forte no beiral e na água de cobertura do lado norte/oeste; o telhado norte é o primeiro a ceder. | Travar docas e portões N/O; reforçar ou desmontar marquise; mãos-francesas e chumbadores no lado NO; faixa de segurança sob beiral e marquise. |
Coeficientes de pressão (Cpe/Cpi) ESTIMATIVA: paredes a barlavento da ordem de +0,7; sucção em cobertura da ordem de −0,8 a −1,4 e até cerca de −2,0 em quinas e beirais (elementos locais); Cpi entre −0,3 e +0,2 com permeabilidade uniforme e bem maior com abertura dominante (NBR 6123:1988, itens 6.1 a 6.3). A CONFERIR com o projetista.
Semáforo (7 dias, previsão no navegador)
Banco de fotos e vídeos
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