Ficha de exposição · 05 · Setor SO
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Classe de exposição (modelo v3) HIPÓTESE
Classe v3: muito alta (percentil 99,0 entre as edificações do OSM a 10 km do hangar). Sem o fator de tipologia (só vento, terreno, abrigo e geometria): muito alta (percentil 99,7). Terreno apenas (v2, células do domínio): alta (percentil 94,6).
A diferença entre as classes mostra o quanto vem do tipo de construção (galpão de cobertura leve) e quanto vem do vento. Não é laudo.
Anatomia e geometria
| Fonte da geometria | OSM (pegada a 0 m do pin) |
|---|---|
| Área em planta (m²) | 146 |
| Comprimento (m) | 13.6 |
| Largura (m) | 10.7 |
| Azimute do eixo longo (graus) | 113 |
| Altura (m) | 3.5 |
| Fonte da altura | padrao por tipo (ESTIMATIVA) ESTIMATIVA |
| Marquise / balanço | A CONFERIR |
| Módulos solares na cobertura | A CONFERIR |
| Abertura dominante | A CONFERIR |
Rosa de exposição por octante (de onde o vento vem)
O polígono mostra a exposição relativa (rajada do terreno × fator da edificação)² em cada octante, normalizada pelo maior valor desta edificação. Octantes de maior exposição: N, E, S. 3 octantes de maior exposicao (g x F)^2 DENTRO da propria edificacao (ordem relativa; independe do fator de tipologia). Rosa a priori, NAO inclui a observacao de campo; o eixo NO observado no pin 02 e informado a parte (A CONFERIR).
| Octante | Razão de rajada do terreno | S1 NBR (DEM) / S1 direcional | Rugosidade (categoria NBR 6123) e S2 | Obstáculos, árvores e vizinhos (OSM e WorldCover) a 300 m | Abrigo e degrau | Exposição (percentil entre edificações) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| N | 1,106 | 1,013 / 1,117 | III (z0 0,315 m); S2 0,857 | 10 obst. · mais próximo 105 m · mais alto 6.0 m | 0,00 · degrau 0,58 | 1,774 (P100) |
| NE | 1,045 | 1,013 / 1,071 | III (z0 0,320 m); S2 0,857 | 10 obst. · mais próximo 26 m · mais alto 6.0 m | 0,13 · degrau 0,74 | 1,474 (P96) |
| E | 0,963 | 1,013 / 1,052 | III (z0 0,319 m); S2 0,857 | 1 obst. · mais próximo 45 m · mais alto 3.5 m | 0,00 · degrau 1,00 | 1,694 (P100) |
| SE | 0,953 | 1,013 / 1,099 | III (z0 0,326 m); S2 0,857 | 3 obst. · mais próximo 172 m · mais alto 6.0 m | 0,00 | 1,149 (P92) |
| S | 1,009 | 1,013 / 1,117 | III (z0 0,318 m); S2 0,857 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,599 (P99) |
| SO | 0,991 | 1,013 / 1,071 | III (z0 0,329 m); S2 0,857 | 1 obst. · mais próximo 52 m · mais alto 15.0 m | 0,25 · degrau 0,23 | 0,705 (P56) |
| O | 1,037 | 1,013 / 1,052 | III (z0 0,321 m); S2 0,857 | nenhum a 300 m | 0,00 | 1,567 (P99) |
| NO | 1,000 | 1,013 / 1,099 | III (z0 0,322 m); S2 0,857 | 3 obst. · mais próximo 211 m · mais alto 8.0 m | 0,00 | 1,279 (P95) |
S1: fator topográfico (NBR 6123) a partir do DEM Copernicus 30 m. S2: categoria de rugosidade pela rugosidade aerodinâmica z0 a montante, na altura da edificação, classe B. Valores ESTIMATIVA e HIPÓTESE.
Vento de cada direção → componente em risco
| Direção | Exposição | Componente em risco | Como evitar |
|---|---|---|---|
| N (norte) | alta | Pressão na fachada norte e nas docas N; sucção em marquises e calhas do lado norte. | Travar docas N; conferir fixação de marquises e calhas; fechar portões. |
| NE (nordeste) | — | Vórtice de quina NE sobre a cobertura e sobre módulos solares; portões e docas NE. | Fixação reforçada dos módulos nas bordas e quinas; spoilers/recuo dos painéis; travar portões. |
| E (leste) | alta | Ataca os oitões (fachadas curtas); exige contraventamento em X; vórtice de quina sobre módulos solares. | Contraventamento em X (cobertura e fachadas), travar oitões, checar quinas dos módulos. |
| SE (sudeste) | — | Quina SE e portões; sucção na face sotavento da cobertura; telhas e calhas do lado sul. | Conferir fixação de telhas e calhas; travar portões; retirar objetos soltos. |
| S (sul) | alta | Inverte o sentido do momento nos pilares engastados e afrouxa cabos de aço e tirantes unilaterais (só trabalham numa direção). | Inspecionar cabos/estais; trocar unilaterais por travamento bidirecional; guias wind-lock e ferrolhos nos portões. |
| SO (sudoeste) | — | Inverte momento e afrouxa cabos de aço unilaterais; abre folga em abraçadeiras das terças no nó pilar-tesoura. | Abraçadeiras com retenção positiva; inspeção de cabos; travar portões SO. |
| O (oeste) | — | Ataca os oitões e pede contraventamento em X; vórtice de quina sobre módulos solares; docas O. | Contraventamento em X, travar docas O, fixação dos módulos nas quinas. |
| NO (noroeste) | — | Empurra os pilares e arranca a marquise; sucção forte no beiral e na água de cobertura do lado norte/oeste; o telhado norte é o primeiro a ceder. | Travar docas e portões N/O; reforçar ou desmontar marquise; mãos-francesas e chumbadores no lado NO; faixa de segurança sob beiral e marquise. |
Coeficientes de pressão (Cpe/Cpi) ESTIMATIVA: paredes a barlavento da ordem de +0,7; sucção em cobertura da ordem de −0,8 a −1,4 e até cerca de −2,0 em quinas e beirais (elementos locais); Cpi entre −0,3 e +0,2 com permeabilidade uniforme e bem maior com abertura dominante (NBR 6123:1988, itens 6.1 a 6.3). A CONFERIR com o projetista.
Semáforo (7 dias, previsão no navegador)
Banco de fotos e vídeos
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