Ventos de ToledoSinistros de 29/09/2026 · mapa, análise e reforços
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Ficha de exposição · 01 · Biopark · Barracão Engenharia (28 × 54 m)

← todas as edificações · ver no mapa · coordenadas -24,61873, -53,70968

Classe de exposição (modelo v3) HIPÓTESE

Classe v3: alta (percentil 94,6 entre as edificações do OSM a 10 km do hangar). Sem o fator de tipologia (só vento, terreno, abrigo e geometria): alta (percentil 88,7). Terreno apenas (v2, células do domínio): moderada (percentil 41,9).

A diferença entre as classes mostra o quanto vem do tipo de construção (galpão de cobertura leve) e quanto vem do vento. Não é laudo.

Anatomia e geometria

Fonte da geometriaOSM (pegada a 0 m do pin)
Área em planta (m²)1635
Comprimento (m)56.9
Largura (m)28.7
Azimute do eixo longo (graus)85
Altura (m)3.5
Fonte da alturapadrao por tipo (ESTIMATIVA) ESTIMATIVA
Marquise / balançoA CONFERIR
Módulos solares na coberturaA CONFERIR
Abertura dominanteA CONFERIR

Rosa de exposição por octante (de onde o vento vem)

NNEESESSOONO

O polígono mostra a exposição relativa (rajada do terreno × fator da edificação)² em cada octante, normalizada pelo maior valor desta edificação. Octantes de maior exposição: NE, SO, SE. 3 octantes de maior exposicao (g x F)^2 DENTRO da propria edificacao (ordem relativa; independe do fator de tipologia). Rosa a priori, NAO inclui a observacao de campo; o eixo NO observado no pin 02 e informado a parte (A CONFERIR).

Dano observado ligado a este ponto

  • D3 A CONFERIR: Barracao em construcao com cobertura destruida no Biopark; a imprensa nao diz qual dos dois barracoes. (FATO (imprensa) / identificacao A CONFERIR)
OctanteRazão de rajada do terrenoS1 NBR (DEM) / S1 direcionalRugosidade (categoria NBR 6123) e S2Obstáculos, árvores e vizinhos (OSM e WorldCover) a 300 mAbrigo e degrauExposição (percentil entre edificações)
N0,9481,000 / 1,081II (z0 0,065 m); S2 0,9214 obst. · mais próximo 24 m · mais alto 10.0 m0,15 · degrau 1,001,088 (P94)
NE1,0161,000 / 1,108II (z0 0,066 m); S2 0,9212 obst. · mais próximo 76 m · mais alto 3.5 m0,00 · degrau 1,001,693 (P98)
E0,9491,000 / 1,062II (z0 0,054 m); S2 0,9218 obst. · mais próximo 42 m · mais alto 3.5 m0,00 · degrau 1,000,861 (P87)
SE0,9301,000 / 1,037II (z0 0,072 m); S2 0,9219 obst. · mais próximo 122 m · mais alto 3.5 m0,00 · degrau 1,001,343 (P96)
S0,9091,000 / 1,081II (z0 0,073 m); S2 0,9214 obst. · mais próximo 98 m · mais alto 3.5 m0,00 · degrau 1,001,319 (P97)
SO0,9191,000 / 1,110II (z0 0,074 m); S2 0,9214 obst. · mais próximo 112 m · mais alto 3.5 m0,00 · degrau 1,001,359 (P95)
O0,8621,000 / 1,063II (z0 0,057 m); S2 0,9211 obst. · mais próximo 135 m · mais alto 3.5 m0,00 · degrau 1,000,691 (P78)
NO0,8721,000 / 1,037II (z0 0,068 m); S2 0,9213 obst. · mais próximo 114 m · mais alto 20.0 m0,18 · degrau 0,170,589 (P42)

S1: fator topográfico (NBR 6123) a partir do DEM Copernicus 30 m. S2: categoria de rugosidade pela rugosidade aerodinâmica z0 a montante, na altura da edificação, classe B. Valores ESTIMATIVA e HIPÓTESE.

Vento de cada direção → componente em risco

DireçãoExposiçãoComponente em riscoComo evitar
N (norte)—Pressão na fachada norte e nas docas N; sucção em marquises e calhas do lado norte.Travar docas N; conferir fixação de marquises e calhas; fechar portões.
NE (nordeste)altaVórtice de quina NE sobre a cobertura e sobre módulos solares; portões e docas NE.Fixação reforçada dos módulos nas bordas e quinas; spoilers/recuo dos painéis; travar portões.
E (leste)—Ataca os oitões (fachadas curtas); exige contraventamento em X; vórtice de quina sobre módulos solares.Contraventamento em X (cobertura e fachadas), travar oitões, checar quinas dos módulos.
SE (sudeste)altaQuina SE e portões; sucção na face sotavento da cobertura; telhas e calhas do lado sul.Conferir fixação de telhas e calhas; travar portões; retirar objetos soltos.
S (sul)—Inverte o sentido do momento nos pilares engastados e afrouxa cabos de aço e tirantes unilaterais (só trabalham numa direção).Inspecionar cabos/estais; trocar unilaterais por travamento bidirecional; guias wind-lock e ferrolhos nos portões.
SO (sudoeste)altaInverte momento e afrouxa cabos de aço unilaterais; abre folga em abraçadeiras das terças no nó pilar-tesoura.Abraçadeiras com retenção positiva; inspeção de cabos; travar portões SO.
O (oeste)—Ataca os oitões e pede contraventamento em X; vórtice de quina sobre módulos solares; docas O.Contraventamento em X, travar docas O, fixação dos módulos nas quinas.
NO (noroeste)—Empurra os pilares e arranca a marquise; sucção forte no beiral e na água de cobertura do lado norte/oeste; o telhado norte é o primeiro a ceder.Travar docas e portões N/O; reforçar ou desmontar marquise; mãos-francesas e chumbadores no lado NO; faixa de segurança sob beiral e marquise.

Coeficientes de pressão (Cpe/Cpi) ESTIMATIVA: paredes a barlavento da ordem de +0,7; sucção em cobertura da ordem de −0,8 a −1,4 e até cerca de −2,0 em quinas e beirais (elementos locais); Cpi entre −0,3 e +0,2 com permeabilidade uniforme e bem maior com abertura dominante (NBR 6123:1988, itens 6.1 a 6.3). A CONFERIR com o projetista.

Semáforo (7 dias, previsão no navegador)

Banco de fotos e vídeos

Envie fotos e vídeos georreferenciados desta edificação pelo painel /admin/arquivos (escolha o local biopark-engenharia). Cada arquivo pode ser público ou privado.

Repositório de informações

Relatório de imagens Mapillary: entorno do Biopark (hipótese, 22/10/2026)
relatorio_biopark_2026-10-22.pdf · 613 KB · enviado em 2026-10-22

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ESTIMATIVA Limiares do semáforo: VERDE rajada < 40 km/h; AMARELO 40 a 59 km/h; LARANJA 60 a 79 km/h; VERMELHO >= 80 km/h (vulnerável); um nível abaixo se a direção não for vulnerável. Estimativa, não é laudo nem aviso oficial (Defesa Civil: 199).